sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Lupi: 'Hora é de enfrentamento e nosso lado é o da Legalidade'


Sob a liderança de Carlos Lupi, presidente nacional do PDT;  de Manoel Dias, secretário-geral e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini e do ex-ministro e governador Ciro Gomes, pré-candidato do partido  à presidência da República em 2018 – a direção nacional do PDT se reuniu ontem (21/1) em Brasília com os dirigentes da legenda procedentes de todos os estados brasileiros para fazer  um balanço  das perspectivas  para as eleições municipais deste ano,  discutir  formação política e maneiras de modernizar a gestão partidária.
O encontro foi preparatório para a reunião do Diretório Nacional do PDT que se realiza hoje (22/1) a partir das 10 horas da manhã para referendar a decisão da Executiva Nacional  e dos parlamentares do partido que, em dezembro passado, fecharam questão contra o processo de  impeachment da a presidente Dilma Rousseff aberto pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que,  para ter valor legal, precisa ser referendada pelo Diretório Nacional.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Movimento Negro do PDT do Rio Grande do Norte é empossado

 
Em dezembro de 2015, foi instalada a Secretaria Estadual do Movimento Negro do Rio Grande do Norte. Ivaldo Paixão, Presidente Nacional do Movimento Negro do PDT, esteve presente no evento, realizado no Museu Câmara Cascudo, localizado no bairro da Ribeira, em Natal.   

Na oportunidade, o presidente do MN-RN, João Costa, disse que foi uma honra ter sido convidado pelo Presidente do Diretório Estadual do RN, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), e destacou que o PDT do RN é o primeiro partido, no Estado, a instalar um movimento voltado à defesa das causas afrodescendentes.

“Este é um movimento de grande importância, não apenas para o PDT, mas também para toda a sociedade. Sem dúvida, este movimento será para lutar e desenvolver políticas públicas para a população afro brasileira do nosso Estado”, declarou Costa.

Ivaldo Paixão, por sua vez, destacou a importância da criação do movimento no Estado do Rio Grande do Norte.

“Esta é mais uma ferramenta do PDT que vai ajudar a implementar políticas públicas em defesa dos nossos irmãos afrodescendentes, luta esta encapada na Carta de Lisboa, na fundação do PDT com Leonel Brizola, Darci Ribeiro e Abdias do Nascimento”.

O presidente do Movimento Negro recordou que o PDT foi o primeiro partido do Brasil a constar, no seu Estatuto, a defesa das causa dos afrodescendentes no Brasil.

“A secretaria estadual do movimento negro do RN vai, sim, ter uma funcionalidade importante em auxiliar não só o PDT estadual, mas também contribuir com ideias e propostas de implementação de políticas públicas de direito e contra o racismo”, finalizou Ivaldo Paixão.

Composição da Executiva - Presidente: João Costa; Vice-presidente: Givanildo do Nascimento; 1ª Secretaria: Ana Costa; 2ª Secretaria: Alila Regis; 1º Tesoureiro: Randel Rodrigues; 2º Teoureiro: Maria Luciana; Conselho fiscal - Titulares: Flavielsen Wislien, Kleydson Calixto, Lucineide do Nascimento; Suplentes: Ricardo Martins, Maria Lucia, Caio Stephanes; Conselho de Ética -  Titulares: José Maciel, Leandro Pinheiro, Adriana Silva; Suplentes: Tereza Cristina, João Maria e Wendell de Oliveira.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Leonel de Moura Brizola se torna Herói da Pátria

A presidenta Dilma Rousseff sancionou lei aprovada pelo Senado que inclui o fundador do PDT Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria, que homenageia brasileiros que se destacaram na defesa e construção da história nacional. A lei foi publicada hoje (29) no Diário Oficial. O livro, com páginas de aço, fica exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
A homenagem foi proposta pelo então deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), atual Secretário de Educação do Rio Grande do Sul.
Fundador do PDT, Leonel de Moura Brizola nasceu em 1922, em Carazinho, no Rio Grande do Sul, e morreu no Rio de Janeiro, em 2004. Foi o único político brasileiro a governar dois estados diferentes: o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro. Também foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e deputado federal. 
Em 1961, governador no Rio Grande do Sul, Brizola não aceitou a tentativa de golpe militar para impedir a posse do vice-presidente constitucional, João Goulart, levantando o Rio Grande do Sul em armas e, como líder do Movimento da Legalidade, posteriormente, todo o Brasil. Brizola, através das ondas de rádio da Cadeia da Legalidade que reuniu espontaneamente mais de 100 emissoras de rádio por todo o Brasil, venceu os golpistas na batalha da opinião pública - antes de vencê-los militarmente, quando os militares do III Exército, na época o mais poderoso do país, aderiram à Legalidade.
Brizola, teve participação expressiva também na luta contra a ditadura militar e, após o golpe de 1964 e por conta disto foi obrigado a passar 15 anos no exílio no Uruguai, nos Estados Unidos e na Europa, até voltar ao Brasil com a Anistia, quando fundou o PDT.
Antes, por intervenção do general Golbery do Couto e Silva com a ajuda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), perdeu a silga do PTB para Yvete Vargas, sendo obrigado a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) que reuniu na época os verdadeiros herdeiros do Trabalhismo de Getúlio Vargas.
Brizola foi candidato à Presidência da República por duas vezes e candidato à vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 1998, quando perderam para Fernando Henrique Cardoso - que se reelegeu presidente após comprar votos de deputados federais para a aprovação da emenda da reeleição - em escândalo jamais investigado ou apurado.
O nome de Brizola vai aparecer no livro ao lado de nomes como Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Dom Pedro I, Duque de Caxias, Alberto Santos Dumont, Chico Mendes, Getúlio Vargas, Heitor Villa Lobos e Anita Garibaldi, entre outros.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Senado inclui nome de Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria

Ana Amélia, Acir Gurgacz, deputado Vieira da Cunha e Lasier Martins após a aprovação da matériaO Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (9) a inclusão do nome do político Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria (PLC 67/2014). Também chamado de Livro de Aço, o Livro dos Heróis da Pátria fica exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, e serve de homenagem aos brasileiros que se destacaram na história do país.

Leonel de Moura Brizola nasceu em 1922, em Carazinho (RS), e morreu em 2004, no Rio de Janeiro (RJ). Fundador do PDT, Brizola foi governador de dois estados: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Foi prefeito de Porto Alegre (RS), deputado estadual e deputado federal. Também lutou contra a ditadura militar e foi candidato à Presidência da República por duas vezes.

Dez anos

A proposta aprovada, de autoria do ex-deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), também facilita homenagens futuras. A lei atual (11.597/2007) exige que a homenagem seja feita somente após 50 anos da morte do homenageado, prazo agora reduzido para dez anos.

A matéria segue agora para sanção presidencial.


Agência Senado 

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Direção Nacional do PDT se reúne e fecha questão contra o golpe

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A Executiva nacional do PDT, reunida hoje (8/12) em Brasília com as bancadas do partido na Câmara e no Senado, na presença de presidentes de diretórios regionais de vários estados, decidiu fechar questão contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff e, diante da gravidade da crise, convocar para janeiro uma reunião extraordinária do Diretório Nacional para referendar a decisão.

“Há um jogo pesado em curso e temos que ter uma posição que seja coerente com a nossa história de defesa da legalidade, da democracia e da Constituição Federal”, argumentou Lupi ao submeter aos presentes a proposta de fechamento de questão, aprovada logo depois.

 “Não podemos esquecer que o primeiro ato dos vencedores de 1964 foi cassar Brizola, Jango, Darcy Ribeiro e as principais lideranças trabalhistas, para depois fechar os partidos. O PDT tem lado e não apoia a tentativa de golpe”, acrescentou.

Frisou também:

“Já vimos este filme:  o momento é de coragem e enfrentamento. Não há fundamento jurídico no pedido de impeachment, a questão é exclusivamente política.  Há um golpe articulado para beneficiar o PMDB. Querem tirar Dilma por causa de pedaladas fiscais, mas não falam que o Temer, no exercício da presidência, assinou sete decretos iguais.  Precisamos informar a população porque quando ela é informada, reage. Muitos acham que se Dilma sair, teremos eleições. Temos que dizer não ao golpe, este é o papel histórico do Trabalhismo”, concluiu.

Fonte: OM - Ascom PDT / Foto Rafael Machado

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

NOTA DA SECRETARIA NACIONAL DO MOVIMENTO NEGRO DO PDT



NOTA


A Secretaria Nacional do Movimento Negro do PDT, vem de público repudiar veementemente a tentativa de golpe perpetrada como vindita pelo presidente da câmara dos deputados Eduardo Cunha, que em ato característico de abuso de poder, sem fundamento jurídico consistente e com elevado ranço de irresponsabilidade política, acolheu pedido para abrir processo de impeachment contra a presidenta legitimamente eleita Dilma Rousseff. Vamos nos mobilizar para defender a vontade sufragada pelo povo brasileiro. Abaixo a Ilegalidade!!!

Ivaldo Ananias Machado da Paixão
Presidente da Secretaria Nacional do
Movimento Negro do PDT



Brasília , 02 de Dezembro de 2015



Relatório sugere que Brasil reconheça crime de escravidão

Wilson Prudente, procurador do Ministerio Publico do Trabalho, e membro da Comissao Nacioonal da Verdade da Escravidao Negra no Brasil - Daniel Marenco / Agência O Globo
Wilson Prudente, procurador do Ministerio Publico do Trabalho, e membro da Comissao Nacioonal da Verdade da Escravidao Negra no Brasil - Daniel Marenco / Agência O Globo

Comissão Nacional da Verdade quer pedido oficial de desculpas aos negros
 O governo brasileiro deve um pedido formal de desculpas e precisa reconhecer, em decreto presidencial, seu envolvimento oficial no crime de escravidão, que é imprescritível. Essa é uma das recomendações do relatório da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra do Brasil, que será apresentado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, amanhã, quarta-feira. O documento tem 316 páginas e traz um amplo e detalhado cenário histórico e investigativo sobre esses episódios.
O relator do texto, o procurador do Trabalho Wilson Prudente, concluiu que o Império do Brasil, o Reino de Portugal e a Igreja Católica incorreram em práticas criminosas contra os negros e em tipos penais como genocídio e crimes contra a humanidade. O relatório pretende acabar com mitos sobre algumas questões, segundo o relator, como a de que a República no Brasil veio acompanhada do trabalho livre, que a escravidão era legal e que o ambiente era cordial e que os negros já eram escravos na África. Seu texto conclui que a verdadeira abolição da escravatura não se deu em 1888, com a Lei Áurea, mas ocorreu em 1910, com a Revolta da Chibata, liderada por João Cândido.
— É um mito acreditar que a República veio acompanhada do trabalho livre — disse Wilson Prudente.
Ao tratar sobre o pedido de desculpas, Prudente recomenda que o Estado brasileiro desça de seu “pedestal de arrogância” e reconheça que cometeu esses crimes contra os negros.
“Mediante tal reconhecimento que formalize através de instrumentos legais o seu necessário e tardio pedido de desculpas. A recusa do Estado em se curvar a tais providências continuará a transmitir uma ideia de franca e consciente cumplicidade com aqueles fatos do passado de repercussões tão similares ainda nos nossos dias” — conclui o relator em seu texto.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Conselho Curador da FCP é empossado em União dos Palmares/AL

Em solenidade realizada no palácio do Parque Memorial Quilombo dos Palmares, no último dia 20, a presidenta da Fundação Cultural Palmares (FCP), Cida Abreu, deu posse aos membros do Conselho Curador da autarquia, vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), para um mandato de três anos.
Cida Abreu, que presidirá este Conselho Curador, destacou “a importância simbólica, desta posse acontecer neste chão, onde Zumbi se reunia com seus conselheiros. Solo quilombola e no dia da Consciência Negra”.
Além da presidenta da FCP, estiveram presentes à cerimônia a secretária de cultura do Estado de Alagoas, Mellina Freitas, e o prefeito de União dos Palmares, Eduardo Pedroza.
O Conselho tem por objetivo auxiliar a FCP na formulação e definição das metas norteadoras para o Sistema e o Fundo Nacional da Cultura, tendo por base a proteção e promoção da cultura afro-brasileira.

domingo, 29 de novembro de 2015

Leonel de Moura Brizola se torna Herói da Pátria

A presidenta Dilma Rousseff sancionou lei aprovada pelo Senado que inclui o fundador do PDT Leonel Brizola no Livro dos Heróis da Pátria, que homenageia brasileiros que se destacaram na defesa e construção da história nacional. A lei foi publicada hoje (29) no Diário Oficial. O livro, com páginas de aço, fica exposto no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
A homenagem foi proposta pelo então deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), atual Secretário de Educação do Rio Grande do Sul.
Fundador do PDT, Leonel de Moura Brizola nasceu em 1922, em Carazinho, no Rio Grande do Sul, e morreu no Rio de Janeiro, em 2004. Foi o único político brasileiro a governar dois estados diferentes: o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro. Também foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e deputado federal. 
Em 1961, governador no Rio Grande do Sul, Brizola não aceitou a tentativa de golpe militar para impedir a posse do vice-presidente constitucional, João Goulart, levantando o Rio Grande do Sul em armas e, como líder do Movimento da Legalidade, posteriormente, todo o Brasil. Brizola, através das ondas de rádio da Cadeia da Legalidade que reuniu espontaneamente mais de 100 emissoras de rádio por todo o Brasil, venceu os golpistas na batalha da opinião pública - antes de vencê-los militarmente, quando os militares do III Exército, na época o mais poderoso do país, aderiram à Legalidade.
Brizola, teve participação expressiva também na luta contra a ditadura militar e, após o golpe de 1964 e por conta disto foi obrigado a passar 15 anos no exílio no Uruguai, nos Estados Unidos e na Europa, até voltar ao Brasil com a Anistia, quando fundou o PDT.
Antes, por intervenção do general Golbery do Couto e Silva com a ajuda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), perdeu a silga do PTB para Yvete Vargas, sendo obrigado a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) que reuniu na época os verdadeiros herdeiros do Trabalhismo de Getúlio Vargas.
Brizola foi candidato à Presidência da República por duas vezes e candidato à vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de 1998, quando perderam para Fernando Henrique Cardoso - que se reelegeu presidente após comprar votos de deputados federais para a aprovação da emenda da reeleição - em escândalo jamais investigado ou apurado.
O nome de Brizola vai aparecer no livro ao lado de nomes como Tiradentes, Zumbi dos Palmares, Dom Pedro I, Duque de Caxias, Alberto Santos Dumont, Chico Mendes, Getúlio Vargas, Heitor Villa Lobos e Anita Garibaldi, entre outros.